Arquivo paraJulho, 2007

Paixão pelo nome…

“Estamos vivendo em dias em que temos que nos voltar para Jesus…a igreja está cheia de doutrinas, cheia de coisinhas…nós estamos precisando é de um batismo de Jesus! Você não precisa de mais nada…você só precisa de Jesus!…Paulo falava assim….ele chamava o evangelho do ” meu evangelho”…Rm 16:25…2 tm 2:8…tem uns aqui q o evangelho é seu…tem outros que conhecem um evangelho mas de longe…mas tem outros que ( o evangelho) faz parte da vida, faz parte do interior, faz parte da alma, faz parte do espírito, faz parte dos ossos, é a comida, é a bebida, é tudo! POr tempo demais o Brasil tem tido crentes religiosos…e Deus está liberando um bando de pessoas que são batizadas com Jesus…e somente é Jesus…e dá-me apenas Jesus! Pessoas falam: eu quero um ministério…EU não quero um ministério…eu quero Jesus! Eu quero uma mega igreja…eu NÃO quero uma mega igreja…dá-me apenas JESUS!!! E se você tem um coração que ama o evangelho, então está na hora de abraçar esse evangelho e renovar sua devoção, sua dedicação, sua consideração, sua santificação, para com o evangelho, e deixar o evangelho ser a sua comida e sua bebida…que o evangelho seja seu prêmio, seu meio-dia, seu meia-noite…sua merenda…estou cansado de ver pessoas que amam a igreja dele e que não ama o Senhor da igreja! Mas sabe o que nós precisamos? Não é mais uma conferência, nós precisamos VOLTAR PARA JESUS!” Gregório Mcnutt

Dad…Dad…

“Um amigo é alguém que sabe tudo a seu respeito e mesmo assim o aceita. Este é o sonho de que todos compartilhamos: conhecer um dia uma pessoa com quem possamos realmente conversar, que compreenderá a mim e às palavras que digo, e ouça mesmo aquilo que não é dito – e continue ainda assim a gostar de mim. Jesus é a realização desse sonho.” (Santo Agostinho)

Paola, se você continuar a escrever assim eu vou explodir de amor por Jesus! Não pára viu!!!

Richard Baxter

“Eu não sei o que os outros pensam, mas da minha parte, me envergonho de minha ignorância, e me admiro de mim mesmo, porque não tenho tratado as almas dos outros e da minha própria como almas que esperam o grande dia do Senhor; e porque tenho espaço para quase quaisquer outros pensamentos e palavras; e porque tais assuntos assombrosos não tomam completamente minha mente. Admiro-me de como posso pregar sobre isto desapaixonadamente e descuidadamente; e como posso deixar os homens sozinhos em seus pecados; e como não vou atrás deles, rogando-lhes, pelo amor do Senhor, que se arrependam, não importa a forma que recebam a mensagem, e qual seja a pena e dor que custem a mim.

Muito poucas vezes saio do púlpito sem que minha consciência me golpeie por não ter sido mais fervoroso e sério. Ela não me acusa tanto pela falta de ornamentos e elegância, nem por deixar passar uma palavra errada; mas me pergunta “Como você pode falar de vida e da morte com um coração assim? Como pode pregar sobre o céu e o inferno de

uma forma tão relaxada e descuidada? Crê no que disse? Leva a sério ou embroma? Como pode dizer às pessoas que o pecado é algo assim, e que tanta miséria está sobre elas e diante delas, e não ser mais afetado com isto? Você não deveria chorar sobre pessoas assim, e não deveriam tuas lágrimas interromper suas palavras? Você não deveria clamar em alta voz, e mostrar a eles suas transgressões, e implorar a eles e rogá-los como uma questão de vida e morte? E, por mim mesmo, como estou envergonhado do meu coração descuidado e torpe, e do meu modo de vida inútil e lento, assim como, o Senhor sabe, estou envergonhado de cada sermão que tenho pregado; quando penso sobre o que estou falando, e quem me enviou, e que a condenação e salvação dos homens é completamente relacionada Nele, estou preste a tremer por temor de que Deus me julgará como um mau administrador de Suas verdades e das almas dos homens, e imagino que no meu melhor sermão eu seja culpado pelo sangue deles. Penso que não devemos falar qualquer palavra aos homens, em assuntos de tamanhas conseqüências, sem lágrimas ou com a maior seriedade que possamos alcançar; já que somos tão culpados do pecado que reprovamos, deveria ser dessa forma. Verdadeiramente, este é o tinir da consciência que soa em meus ouvidos, e apesar disso, minha alma sonolenta não quer ser despertada. Oh! Que coisa é um coração endurecido e insensível. Oh, Senhor, salva-nos da praga da infidelidade e da dureza de coração de nós mesmos! Como poderíamos ser instrumentos aptos para salvar os outros do erro? Oh, faz em nossas almas aquilo que Tu nos usaria para fazer nas almas dos outros”.